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Assunto Infinito


Saudações, seres cult de todos as partes do universo!

Nosso assunto de hoje é algo que pode até futuramente se tornar algum segmento do blog. Vamos fazer uma Batalha de Filmes. Para este primeiro round, uma batalha de grandes: Vamos comparar ambas as versões de Sabrina.

Sabrina 1954
Elenco principal: Audrey Hepburn, Humphrey Bogart & William Holden
Direção: Billy Wilder
Data de lançamento: 22 de setembro de 1954
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount

Sabrina (1995):
Elenco principal: Harrison Ford, Julia Ormond, Greg Kinnear
Direção: Sydney Pollack
Data de lançamento (Brasil): 9 de fevereiro de 1996
País: Estados Unidos, Alemanha
Estúdio: Paramount


Eu devo logo de cara começar confessando que antes mesmo de assistir a segunda versão para compará-la à primeira, eu já tinha um baita preconceito em relação a ela pois ninguém poderia ser Sabrina além de Audrey Hepburn, mas eu fiquei positivamente surpreso com o desempenho da versão, especialmente com a maneira pela qual Julia Ormond interpretou o papel.


Naturalmente, o enredo dos filmes é o mesmo. Sabrina é uma jovem filha de um chofer inglês que trabalha para a família Larrabee, dos quais cresceu junto. Desde sempre ela nutre uma paixão pelo irmão mais novo, David (William Holden e Greg Kinnear), que é mulherengo. Então. para esquecê-lo, Sabrina faz um intercâmbio (para estudar culinária, em 54 e fotografia em 95) e quando volta, uma mulher adulta, totalmente diferente, desperta a paixão com a qual sempre sonhou. O que ela não contava é que também despertaria o interesse do irmão mais velho, Linus (Humphrey Bogart e Harrison Ford).
Source: The Hand of Count Petofi on Wordpress


+ LEIA MAIS: 5 filmes para conhecer Audrey Hepburn


O inicio do filme é praticamente o mesmo e até certo ponto eles se desenvolvem como cópias. Este é também o tempo em que eu me peguei pensando que meu julgamento inicial não poderia estar mais correto. Então, a partir do momento em que Sabrina volta à America é que Julia pode finalmente sair da sombra de Audrey.


Aliás, este é justamente o ponto que melhor foi desenvolvido. Enquanto Audrey, magicamente mantém impecável elegância (como sempre) durante todo o filme, Julia começa o filme realmente parecendo uma adolescente desengonçada antes que o "cisne possa desabrochar". Em contrapartida, a evolução da Sabrina de Hepburn acontece numa maneia mais introspectiva, ou seja, você percebe que ela amadureceu porque ela passa a agir como tal.


Source: Pinterest
+ EXCLUSIVE ENGLISH CONTENT: HAUL: Getting Into VHS + Lots of Barbra Streisand
Outro caminho que as direções se separam é justamente o "ar" que o filme toma. O que eu quero dizer com isto é que Sabrina '55 imortalizou-se como uma excelente comédia romântica, em contraponto, a mais recente é um romance mais dramático. Não que um ganhe ou perca vantagem um sobre o outro por causa disto, são apenas gêneros diferentes.
Será que podemos dedicar um paragrafo aos figurinos? Todo mundo sabe que Audrey era a moda em pessoa. Mas a sua sucessora no papel em questão também não deixou a desejar, sobretudo na peça mais importante do filme: O vestido que Sabrina usa na festa:
source: lizandliz.com
Source: Pinterest
Mas se há um erro que eu possa apontar, é de fato a escolha de colocar o nome de Harrison Ford em destaque, quando na realidade Julia Ormond teve problemas de coluna por carregar o filme nas costas. Mas sério, ela é realmente muito boa.
Portanto, podemos apenas concluir que uma ótima história fez dois ótimos filmes. Eles são ótimos porque cada um deles são capazes de contar a mesma história e imprimir as marquinhas do momento histórico e da visão de seus diretores em suas produções. Definitivamente indico que assistam ambos os filmes. Vocês se apaixonarão duas vezes!
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Saudações, humanos e aliens!

Hoje é dia de mostrar cultura a esse povo, justamente por isso vamos conhecer um dos maiores ícones do cinema. Em fato, ela é considerada o terceiro maior ícone feminino da sétima arte, além de um ícone fashion como nenhum outro. É claro que nos referimos à Audrey Hepburn. A atriz britânica tem uma carreira emblemática, assim como seus filmes.

Audrey nasceu em Bruxelas, em 1929. Ainda muito jovem já sofreu com as desgraças da guerra quando a Alemanha invadiu a Holanda e, conforme as coisas pioravam, ela chegou a desenvolver uma anemia aguda, além de problemas respiratórios. Ao fim da guerra, continuou estudando balé e conseguiu seus primeiros papéis. Nos início dos anos 50, foi escalada para a peça da Broadway Gigi, que foi um sucesso total. Em 1953, seu primeiro grande papel em Hollywood, que inicialmente seria de Elizabeth Taylor: Princesa Ann em Roman Holiday. Nascia uma estrela!

É importante destacar também o seu legado mais importante e nobre. Audrey desenvolvia trabalhos humanitários, que continuam ajudando crianças necessitadas até hoje, quase 30 anos após sua morte. Exposições de suas coisas, sendo a maioria vestidos Givenchy correm o mundo em turnê, levantando fundos para sua fundação.

É hora de conhecer melhor Audrey Hepburn através destes cinco filmes que eu te indico.


5. Bonequinha de Luxo (Breakfast At Tiffany's), 1961:
 

O clássico mais conhecido de Audrey, Bonequinha de Luxo é uma adaptação do livro de Truman Capote. É um filme lindo e maravilhoso. Não se tornou uma obrigatoriedade a qualquer amante de cinema a toa. Curiosidade: Segundo o documentário que vem no bônus do DVD, eles pensaram em Marilyn Monroe para o papel de Holly.

4. Sabrina, 1954:

Apesar de ter sido refilmado nos anos 90, você não pode competir com Audrey Hepburn. Uma história envolvente e o charme do preto e branco... Não de pode pedir mais.

3. Infâmia (The Children's Hour), 1961:


Neste clássico, Audrey Hepburn é o interesse romântico de Shirley MacLaine. Infelizmente para o personagem de Shirley, além de ser um amor proibido, considerado como uma aberração, não é recíproco. Para piorar, elas têm que lidar com a pressão dos pais de seus alunos.

2. Charada (Charade), 1963:

O filme perfeito para quem gosta de um bom suspense com bastante plot twist.

1. Cinderela Em Paris (Funny Face):
 

O meu filme favorito, afinal, não é sempre que duas lendas como Gene Kelly e Audrey Hepburn se encontram. Este filme é algo que raramente se encontra em produções atuais. Enfim, assistam e verão o que eu digo.

 

Qual o seu filme favorito da Audrey? Qual destes filmes entrou pra sua lista? Deixem nos comentários. É claro que você pode (e deve) seguir o AI Bloglovin' e no Blogger para não perder novos posts. Até mais, xoxo :)
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Comprar a primeira fita cassette é um passo muito importante na vida de uma pessoa!

Ao longo destes quase três anos em que o blog está no ar vocês vêm acompanhando a minha jornada musical neste ato de colecionar música física que parece ultrapassado de mais para o século XXI. Até o ano passado, a minha coleção consistia basicamente de CD's e DVD's, mas eu decidi que era hora de voltar às minhas raízes e expandir minha coleção para os bons e velhos formatos "analógicos".

+ LEIA MAIS: A arte de colecionar Música Física.

Para fazer a volta triunfal aos formatos analógica, nada melhor que (re)começar pelo meu favorito quando criança: Os discos de vinil, mas esta é outra jornada e podem ter a certeza que ela terá seu post exclusivo. Hoje, eu vim contá-los como foi esta saga para conseguir minhas primeiras fitas cassettes.

Para quem não sabe, hoje em dia, a volta das fitas e do vinil veio mais forte que nunca e se posiciona fortemente na concorrência com o CD e com o streaming digital de música. Conforme os dados, atualmente, nos Estados Unidos e Inglaterra, vendem-se tantos K7's quanto se vendiam em 1987 - ano em que foi registrado o maior número de vendas desde o início do formato. Este aumento nas vendas das fitas devem-se principalmente a duas coisas: Música indie e trilhas sonoras de filmes.

Existe um cenário de música underground, observada principalmente nos países supracitados, que fazem a maioria, se não todos os seus lançamentos em fita K7. Segundo eles, elas têm uma coisa mágica que é suprimida no CD e que seria muito caro para colocá-la no vinil. As trilhas sonoras de filmes como Bohemian Rhapsody também são grandes responsáveis para relançar este jeito de escutar música no gosto popular. Mas outras trilhas também estão disponíveis em cassette, como Com Amor, Simon, que diga-se de passagem que fita é vermelha e muito bonitinha.

As lojas mais populares para comprar novos lançamentos são Urban Outifitters e Amazon, mas para comprar títulos antigos, por um dólar, os americanos contam com a Good Will.

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Por acompanhar alguns canais no YouTube de outros colecionadores de música que têm álbuns em cassette, a minha vontade de tê-las também nasceu. Entretanto, eu decidi entrar nisto sabendo que conseguir álbuns originais seria dificil, pois os sebos geralmente só vendem vinil, e caro, afinal, as pessoas adoram pedir preços surreais na internet e o frete não colabora. Então eu decidi que mixtapes seriam uma boa para começar.

O plano era bem simples: Eu iria comprar fitas em branco, um toca-fitas tipo walkman que eu vi à venda no AliExpress e iria fazer as mixtapes no aparelho de som da cozinha da minha casa, que por acaso, é um sistem 3 em 1. Na maior animação, eu comprei as fitas por 3 reais cada no Centro e o tal walkman, fui pra casa para tentar fazer a primeira gravação e a primeira adversidade: Tanto tempo parado, acabou que uma das peças enferrujou e a fita não pode rodar. A primeira decepção.


Erroneamente, eu decidi investir em um rádio gravador também do AliExpress. Acreditem em mim, por mais que o AliE seja uma loja incrível pros mais diversos tipos de coisa, esta com certeza não é uma delas. Foi então que eu comprei um gravador portátil com FM/AM, suporte USB e deck de cassette. Um amor no visual, a coisa mais fofa que eu já vi, mas pensem numa qualidade LIXO. Mas ao mesmo tempo, o que eu estava esperando? Tecnologia Dolby de redução de ruídos? Acorda, Alice!


Mas esta história não está marcada apenas por tragédias que poderiam ser evitadas, mas eu fui muito trouxa para fazê-lo. Existiram pontos altos! Sendo o primeiro deles, os meus primeiros álbuns em K7 originais, comprados algumas semanas antes do rádio chegar num sebo aqui do centro. Aliás, eu devo abrir um parenteses e dizer que o centro de Manaus tem os melhores sebos de todos, especialmente os da Praça da Polícia. Então, #ficaadica se você for daqui.

Eu não conhecia nenhum dos artistas dos quais eu comprei os álbuns, mas eu não hesitei nenhum pouco em levá-los pelos seguintes fatores: era o exato formato que eu queria, seria uma oportunidade de descobrir nova música, o moço só tinha essas quatro fitas lá e ele fez uma promoção ótima: 4 por vinte (e o preço individual de cada uma era 8 reais).


Estas fitas têm músicas incríveis e eu acredito que elas tenham sido todas do mesmo dono, porque não apenas elas coincidentemente são da mesma gravadora, mas elas também tem uma marca no acrílico no mesmo lugar, esse buraquinho que parece ter sido feito por uma daquelas coisas de soldar ferro.

A fita à esquerda, O Corpo Se Expressa e Dança é, na verdade, parte do material de um curso de balé deste cara chamado Renné e ela tem músicas instrumentais ótimas, inclusive All By Myself. Além disto, é a fita mais velha que eu possuo, tendo sido lançada em 1976.


Contudo, a minha favorita foi a desta banda chamada Walk The Moon, que apesar de ter o mesmo nome de uma banda atual que também é muito boa, não são o mesmo conjunto, mas eles de fato tem algo em comum: o gênero de suas músicas. Ambas Walk The Moons tem um som de rock que é muito bom, mas a mais antiga já me conquistou pela primeira música. Infelizmente, não há muito disponível sobre eles na internet e não importa os termos da busca, sempre cai na banda atual.


A segunda coisa incrível nesta história toda, foi perceber que na verdade, aquele toca fitas do tipo Walkman, também do AliExpress é na verdade incrível! A qualidade de som é muito boa, especialmente com estas fitas que possuem Dolby, mas mesmo com as gravações sem qualidade feitas no gravador, ele foi capaz de tornar um pouquinho menos pior. Assim que se vocês estão no hobbie há mais tempo, deram uma pausa e querem algo para tocar suas velhas fitas, eu genuinamente o recomendo!

A saga ainda não acabou, manxs! Ainda há muito mais a se fazer e eu adorarei atualizá-los conforme as coisas vão acontecendo, mas por hora o plano é: Conseguir mais álbuns originais e comprar um tape deck de verdade na OLX, para que então eu possa ter um pouco de dignidade.


Não se esqueçam de deixar nos comentários se vocês já curtiram uma boa fita K7 ou nem ao menos tinham ideia do que era isso. Aliás, vocês podem esperar mais postagens sobre música em cassette/vinil e até mesmo post com algumas dicas e coisas do tipo. Até mais, xoxo!

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Saudações, baixinhos e altinhos!

No ano em que o álbum "4º Xou da Xuxa" (1989) completa 30 anos, o programa Xou da Xuxa completa 33 e o projeto "Xuxa Só Para Baixinhos" completa 19 anos, a conversa vintage de hoje é algo que afeta diretamente a nostalgia de praticamente todos os baixinhos brasileiros que cresceram entre os anos oitenta e dois mil. Xuxa, imortalizada como a rainha dos baixinhos, também entra para a história como a artista feminina que mais vendeu no Brasil com um impressionante número de 150 milhões de cópias, perdendo apenas para Rita Lee, que vendeu 5 milhões a mais.


Xuxa nasceu em 27 de março de 1963 em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. Seu verdadeiro nome é Maria das Graças Meneghel em homenagem à Nossa Senhora das Graças por uma promessa feita por seu pai à santa. Em 1988, o apelido dado pelo irmão foi incorporado legalmente a seu nome.

A carreira de Xuxa começou aos dezesseis anos, quando ela posou para a revista Carinho. Desde então, foi uma capa atrás da outra, tendo sido por volta de 80 só em 1980. No início da década, também foi namorada do Pelé, o que lhe deu ainda mais visibilidade nacional. Em 1983, contratada da Rede Manchete, passou a apresentar o Clubinho da Criança, programa do qual foi responsável por tornar Xuxa o meme de 2011 - a Xuxa Verde.

Em 30 de junho de 1986, nas manhãs Rede Globo, estreava o Xou da Xuxa, o programa de uma geração. Chegando em uma nave rosa ao som da música "Amiguinha Xuxa", o Xou foi icônico, marcante e único. Xuxa foi um sucesso instantâneo na Globo por seu jeito espontâneo e tinha desenhos, brincadeiras, músicas e sorteios como atrações.
O álbum "Xou da Xuxa", daquele mesmo ano, teve uma história muito interessante. O Grupo Globo - Som Livre inclusive - acreditava que era o melhor para Xuxa que ela lançasse um disco do qual ela cantasse ao seu público. Contrariada pois não é cantora e de certa forma intimidada pelo fato que muitos compositores recusaram-se fazer músicas, muitos diziam-na que ela não duraria muito tempo, o LP foi lançado mesmo assim. Com vendas que superavam os 100 mil só na primeira semana. O Xou da Xuxa vendeu um total de 2,6 milhões de cópias, sendo pelo menos 2 milhões até o natal de 1986. O disco lançou a apresentadora no mercado fonográfico brasileiro, quebrou recordes a nível America Latina, é certificado com Disco de Diamante, além de ser simplesmente icônico - da capa às músicas, que continuam sendo tocadas até hoje.

Detalhe: Apesar de muitos considerarem este como o primeiro álbum da Xuxa, na verdade ele é o segundo. O primeiro LP da Xuxa foi lançado em 1985, o nome era "Xuxa e Seus Amigos".
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O Xegundo Xou da Xuxa saiu um ano após o primeiro. O conceito é o mesmo, fazer a trilha sonora do Xou, mas agora de forma bem mais concreta e confiante que antes. Surpreendidos pelo número raro de vendagens do álbum anterior, a Som Livre não quis esperar muito para lançar outro e esperançosamente superar o recorde. Um investimento de Cz$3,5 milhões (R$1,5 milhão) foi feito e o retorno foi satisfatório, pois o Xegundo Xou vendeu 1 milhão de cópias antecipadamente.
Se no primeiro nenhum compositor queria dar suas músicas, no Xegundo este não foi um problema. Todos os compositores queriam ter suas músicas gravadas pela Xuxa, afinal, quem não vai querer ter suas músicas gravadas pela artista que desbancou os grandes nomes da música brasileira? Além disto, se sua música fosse escolhida, você receberia Cz$800 mil (R$200 mil) adiantados pelos direitos autoriais.
A produção do disco ficou a cargo de Michael Sullivan e Paulo Massadas, que já tinham trabalhado com a Xuxa anteriormente, na RCA, em 1984, além de já terem produzido grandes nomes da música brasileira como Tim Maia. A dupla provaria dar mais que certo junto à Xuxa, afinal, eles produziram todos os discos do Xou a partir deste.
O critério de escolha das músicas foi simples e eficaz: A base instrumental delas tocavam nos intervalos do programa e então Xuxa ficava atenta à reação das crianças. Se elas ficassem indiferentes, então a música era reprovada. Nenhum dos compositores do primeiro disco se repetem neste, a não ser Reinaldo Waisman e Robson Stipancovich (Turma da Xuxa (86), Banda da Xuxa (87)), os arranjos foram feitos pelo Roupa Nova e as Paquitas aparecem pela primeira vez no coro das músicas.
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Oitenta e oito foi o ano X, o pico máximo da carreira da Xuxa. Naquele ano, o programa completou dois anos no ar com um programa especial cheio de homenagens, convidados especiais e uma performance especial de Ilariê em sua versão demo. Em junho daquele ano, uma estréia dupla: o filme Super Xuxa Contra o Baixo Astral e o álbum Xou da Xuxa 3, que pessoalmente são os meus projetos favoritos.
Com um milhão de cópias previamente vendidas, o Xou da Xuxa 3 se consolidou como o álbum mais vendido dos anos oitenta e até hoje em dia ninguém conseguiu bater o recorde entre o gênero infantil. Mas em 1997, o Padre Marcelo Rossi desbancou a Xuxa com seu álbum de estreia. Contudo, vale lembrar que a contabilização oficial ocorreu do XX3 pela última vez em 1992 e desde então o álbum foi relançado algumas vezes, assim que este pode sim ser o álbum mais vendido do Brasil com uma marca de 4 milhões.

Apesar de ser o álbum mais infantil de toda era, o Xou da Xuxa 3 é o mais perfeito em todos os sentidos. Claro que esta é a minha opinião como fã, mas a capa, a arte, o photoshoot, as músicas, enfim. É impossível não amar este lançamento.
Sendo os projetos de 1988 os mais bem sucedidos da carreira da apresentadora até então, o 4° Xou da Xuxa, de 1989, tinha a importante tarefa de igualar ou superar os feitos de seu anterior. Na televisão, o programa era sucesso absoluto e aos domingos, Xuxa passou a apresentar o Bobeou Dançou, onde os alunos de escolas competiam em gincanas e ganhavam prêmios. O programa ficou no ar somente àquele ano, apesar de ter dado boa audiência.
Exatamente um ano após do lançamento do volume 3, 4º Xou teve um lançamento para ficar na história. Além do programa especial, onde ela vestiu a mesma roupa que usava na contracapa do disco, ela também estreou o disco no Programa da Hebe, no SBT, promovendo o encontro das maiores apresentadoras da televisão brasileira pela primeira vez.
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As polêmicas acompanharam o álbum, a começar pela capa. A Xuxa estar aparentemente nua foi um prato cheio para as críticas, mas também o figurino usado no photoshoot do álbum rendeu comparações às roupas usadas por Madonna no seu álbum de 1987.
O 4ºXX ganhou duas edições. As primeiras tiragens tinham as letras da capa metálicas e o fundo da contracapa também era brilhoso. Então a versão que nós conhecemos hoje, com letras e fundo fosco foram lançadas depois disto. Isto gerou uma teoria da conspiração de que os discos "metálicos" teriam mensagens subliminares, por isso, Marlene Mattos (a diretora da Xuxa) mandou que os discos fossem retirados das lojas, queimados, consertados e relançados. Contudo, o tempo seria curto de mais para relançá-lo da mesma forma, por isso o relançamento foi com material mais barato.
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A nova década chegou e os anos noventa começaram a todo vapor. Xuxa investia em sua carreira internacional e a esta altura já era uma artista de primeira linha no Brasil, já estabelecida como a Rainha dos Baixinhos. O álbum Xuxa 5 quebrou a sequência Xou da Xuxa por vários motivos: Primeiro que obviamente ele é o único a não levar o nome do programa, especialmente porque ele foi lançado simultaneamente em dez países. Segundo, porque ele perde a característica de ser uma soundtrack do programa. Terceiro: o lançamento foi feito bem mais tarde em relação aos anteriores, que eram lançados entre junho e julho. Este foi em agosto.
A época era crítica. O governo Collor havia confiscado as cadernetas de poupança da população e os brasileiros viviam uma crise sem precedentes. Mesmo assim, o álbum vendeu 1 milhão só na pré-venda, um marco realmente admirável para o contexto da época, mas a vendagem total não é muito maior que isto.
Naquele ano, Xuxa estava de volta às telas do cinema com o filme "Lua de Cristal", que também é uma faixa do álbum e uma de sua músicas mais icônicas. No longa, ela contracenava com Sergio Mallandro e o marketing promovia os xuxessos Xuxa 5 em vinil, cassete e CD e o VHS "Lua de Cristal" com qualidade Globo Vídeo.
A carreira da Xuxa só crescia ano após ano. Em 90, o Show de Xuxa estreou na Argentina antecedido pelo álbum Xuxa En Español, de 89. Naquele ano, ela também passou a ser a primeira brasileira a participar da lista de artistas mais ricos da Forbes. No Chile, entretanto, uma tentativa de sequestro e acusações de mensagens subliminares nas músicas - que inclusive é neste momento que essas teorias começam - abalaram sua vida pessoal. No Brasil, a repercussão de uma vida pessoal turbulenta foi o suficiente para especular o fim do Xou da Xuxa.
Em setembro 1991, o que era esperado como o último álbum da Xuxa foi lançado. O Xou da Xuxa Seis não apenas tem uma das capas mais bonitas, mas como também é um dos mais emblemáticos. Noventa e um também foi o ano do lançamento do self-titled Xuxa, o segundo álbum em espanhol, que teve a mesma capa do álbum brasileiro. Para diferenciá-los, o XX6 teve uma bandeirinha brasileira.
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Os boatos do fim do Xou foram fortes o suficiente para atrelá-lo ao disco de maneira categórica. Todas as resenhas e reportagens de jornais e revistas que falavam do lançamento, não podiam deixar de mencionar aquela possibilidade.
Sendo este o álbum mais sério, as mensagens passadas no disco são explicitas e permeiam este trabalho. Desde críticas sociais à mensagens de preservação do meio ambiente e paz entre as pessoas, o Seis foi ainda o primeiro a ter uma música exclusiva para o CD, que naquela época tinha vendas tímidas. A faixa "Xuxa Café" só está presente no compact.
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Com o fim oficial do programa em 31 de dezembro de 1992, o sétimo último álbum da era Xou da Xuxa foi lançado apenas dois meses antes. Com menor expressividade de vendas - apenas 640 mil - ficou muito atrás da média de 1 milhão dos seus antecessores. Foi lançado em CD, vinil e cassete, sendo o primeiro formato a trazer uma exclusividade, uma luva, ou seja, aquela capa de papelão que envolve a caixinha de acrílico, que é bem comum hoje em dia.

Mesmo não sendo um arraso de vendas, o Xou da Xuxa 7 traz consigo alguns hits, como Marquei um X e Nosso Canto de Paz, que foram as principais músicas do álbum e também as mais performadas externamente.


O encarte, entretanto, é um dos mais pessoaos de todos os sete álbuns. Ele é cheio de fotos pessoais da Xuxa antes da fama, além de ter as letras das músicas. Foi uma boa maneira de se despedir de uma era tão importante quanto o "Xou da Xuxa". Desde então, todos os álbuns foram relançados algumas vezes e em 2013, foram lançados num box.

Xuxa é definitivamente a artista das gerações. Muitas pessoas - inclusive eu - cresceram e aprenderam muito com seus trabalhos, seja o Clube da Criança, Xou da Xuxa, a década de 90 ou o Só Para Baixinhos. Seja em qual emissora for, não existe outra pessoa que possa revogar sua coroa de Rainha dos Baixinhos que hoje são Altinhos, mas continuam tendo o "Coração Criança".


Fonte da pesquisa e fotos: Xuper Blog.


Você foi um baixinho do Xou ou do XSPB? Deixe nos comentários!


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Saudações, bruxos e bruxas de Salem, Hogwarts, Terreiros e qualquer outro lugar!

Inicia-se hoje o novo especial de Halloween do AI. Após 6 dias de postagens especiais no ano passado, seguidos por 5 posts de Blogmas, em 2018 incia-se o Blog-O-Ween, com 4 postagens especiais postadas diariamente pelos próximos quatro dias.

Para abrir com chave de ouro este Blog-O-Ween, nada melhor que falar vintage e relembrar aquela que foi a primeira feiticeira das séries de televisão: Samantha Stephens, interpretada por Elizabeth Montgomery, em Bewitched.

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Elizabeth Montgomery interpreta Samantha Stephens

A série foi criada por Sol Sanks e exibida pela American Broadcast Company, a ABC. Conta com oito temporadas e duzentos e cinquenta e quatro episódios, dos quais a duração média varia entre 24 quatro a trinta minutos. A série foi um sucesso e tanto, alcançando o primeiro lugar de audiência nos Estados Unidos por anos, levando as emissoras rivais a criarem suas próprias feiticeiras, porém, somente I Dream Of Jeannie, da NBC, teve sucesso notável.

Bewitched conta a história de Samantha, uma feiticeira que casa-se com Darrin Stephens (que na versão em português chama-se James e é interpretado por Dick York, de 1964 a 1969 e por Dick Sargent, de 1969 até 1972), um publicita normal e decide viver como uma dona de casa comum, já que seu marido desaprova o uso de sua magia. É claro que Samantha usa seus poderes de vez em quanto e com uma simples mexidinha de nariz consegue muitas coisas. A família dela, que desaprova o casamento, também tem contribuem para a interferência mágica, especialmente sua mãe, Endora (Agnes Moorehead).

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É necessário analisar o contexto histórico do momento em que Bewitched foi produzido e percebê-los através das analogias que os personagens representam. Eram os anos 60, marcados pela forte repressão que os negros enfrentavam nos Estados Unidos. A Feiticeira, representa um casal que em circunstâncias reais seria um casal inter-racial. Ela é bruxa e ele um mortal, um casal onde um é negro e outro branco. Esta relação jamais seria vista como normal aos olhos daquela sociedade, como o casamento entre uma bruxa e um mortal não foi bem visto pela família de Samantha. 

Há também várias analogias aos estereótipos raciais, quando várias vezes Darrin acusa Samantha injustamente por coisas que criaturas como ela fazem, mesmo quando ela é inocente. É claro que a resposta de Samantha é ficar irritada e dar um gelo nele, mas ao fim do episódio as coisas voltam as mil maravilhas. Os mais críticos - assim como Endora - questionam Samantha do por que renunciar a sua própria natureza para se ajustar ao que outra pessoa espera de você.

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Uma curiosidade interessante a respeito de Bewitched é que o piloto seria gravado no mesmo dia da morte do presidente John Kennedy, no dia 23 de novembro de 1963, mas é claro que quando as notícias estouraram, a gravação foi suspensa, afinal, muito mais que o presidente, Kennedy era amigo de Elizabeth Montgomery e Sol Sanks.

Em 1969, Dick York foi substituído por Dick Sargent no papel de Darrin. O ator que tinha interpretado a série até aquele momento tinha um problema de dores fortíssimas nas costas que foram piorando cada vez mais e o forçando a tomar vários remédios para o problema, se tornando viciado. Seu problema tinha chegado a um ponto que na última temporada que ele apareceu, o papel foi completamente reduzido, as vezes chegando nem mesmo a aparecer.

Um certo dia, York teve uma convulsão no set e ficou em coma por um tempo e foi quando a produção decidiu que era hora de substituí-lo de vez e então, Dick Sargent - que tinha sido a primeira opção para o papel, mas por estar contratado por outro estúdio, recusou - assume o personagem.

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Contudo, era preciso situar o espectador à substituição e a solução que eles encontraram foi de simplesmente não dizer nada, continuar a série como se nada tivesse acontecido. A mudança parece ter sido imperceptível, pois o público não teve reação imediata. Contudo, por mais que as pessoas pudessem não ter percebido de primeira, a substituição foi definitiva para a série, afinal, cada ator é individual e agora Darrin e Samantha não tinham mais a mesma química que tinham quando eram Montgomery e York.

Dick Sargent é uma figura importantíssima para os direitos civis dos LGBTQ. Homossexual que como todos os outros de Hollywood da época, viviam no armário, mas que nos anos 80 se assumiu e passou a ser ativista, sendo inclusive o homem do ano na parada gay de 1992, onde ele apareceu ao lado da sua antiga companheira de cena, Elizabeth Montgomery, que não pensou duas vezes ao apoiar o amigo e a comunidade.

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Como eu já disse antes, Bewitched foi um marco das bruxas na ficção mainstream, levando outras emissoras a criar suas próprias bruxas. Seu impacto na cultura pop é inegável e claramente perceptível nas que se seguiram (Jeannie e Sabrina). Em 2005, Nicole Kidman estrelou no filme inspirado a partir da série ao lado de Will Farrell.

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Atualmente, o Canal Viva exibe a série às manhãs e existem os episódios completos, em inglês no Dailymotion. Eu recomendo a série a todos aqueles, que assim como eu, ama as bruxas e feiticeiras.


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Não esqueçam de deixar nos comentários se vocês já assistiram "A Feiticeira" ou se você quer assistir. Não esqueçam que amanhã tem o dia 2 de Blog-O-Ween! Até amanhã, xoxo :)
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Saudações, gente dos anos 50!

O Let's Talk Vintage de hoje é mais que especial. Vamos falar da Deusa, a definição de cultura pop de qualquer época: Marilyn Monroe. A atriz que teve seu auge nos anos cinquenta, teve uma vida conturbada, cheia de escândalos e controversas, mas ao mesmo tempo, o aparente glamour das estrelas da época de ouro de Hollywood.


Nascida em primeiro de junho de 1926, Norma Jeane Mortenson, era filha de Gladys Pearl Baker e de pai desconhecido. Sua infância foi difícil, segundo a própria Marilyn, uma das suas primeiras memórias é na verdade, da sua mãe tentando matá-la. Como ela foi considerada incapaz de criar sua filha, Norma foi entregue à adoção e passou a viver com a família Bolender na cidadezinha de Hawthorne, aonde foi criada sob os princípios cristãos.

No versão de 1933, ainda que os Bolenders quisessem realmente adotá-la definitivamente, Gladys sentiu-se preparada para cuidar da sua própria filha, então ela comprou uma casa em Hollywood, aonde elas viveram até 1934. Naquele ano, Gladys teve um surto grave, foi internada no Metropolitan State Hospital, diagnosticada com Esquizofrenia Paranoica e passou o resto de sua vida lá, tando raros contatos com Marilyn.

Nos anos 40, com a guerra e os homens todos lutando longe de casa, as mulheres assumiram os cargos que eram ocupados por estes homens nas industrias. Marilyn não era diferente. Ela trabalhou numa fábrica chamada Radioplane Munitions Factory, quando, em abril de 1944, foi fotografada por David Conover, que foi mandando pela Aeronáutica Americana para fotografar as trabalhadoras da fábrica.

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Mesmo que nenhuma das fotos foram usadas, Marilyn se demitiu da fábrica e passou a modelar para Conover. A contra-gosto do primeiro marido, Jim Dougherty, com quem tivera um rápido matrimônio, ela assinou com a agência Blue Book Model Agency, em 1945.

Como modelo, usava o nome Jean Norman, além de alisar e pintou o cabelo de loiro para conseguir mais oportunidades. Com uma silhueta perfeita para pin-up, ela participou de diversas campanhas publicitárias de moda e de revistas masculinas. Em 1946, um ano após virar modelo, ela já havia sido capa de 36 revistas diferentes. Emmeline Snivelly, dona da Blue Book Agency, disse que ela "era uma das modelos mais esforçadas e trabalhoras".

Após um fracassado teste para a Paramount Pictures, os Estúdios FOX a concederam um teste e a contrataram por um período de seis meses para impedir que o estúdio rival, RKO Pictures, a contratasse. O nome Marilyn Monroe é então selecionado por ela e por Ben Lyon - o executivo da FOX que fez o teste. Marilyn (sugerido por Ben) vem da estrela da Broadway, Marilyn Miller e Monroe (sugerido pela própria), era o nome de solteira de sua mãe.

Os primeiros seis meses de contrato foram dedicado à preparação dela como atriz, quando ela fazia aulas de atuação. Em fevereiro de 1947, o contrato é renovado e ela faz suas primeiras participações em filmes: Dangerous Years e Scudda Hoo! Scudda Hay!

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Dangerous Years

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Scudda Hoo! Scudda Hay!

Após os dois filmes, mais aulas de atuação, o seu contrato não foi renovado. Marilyn estava determinada a tornar-se uma grande atriz, por isso, continuou com as aulas mesmo após o fim do contrato. No resto daquela década, tornou-se protegida e eventualmente parceira sexual de John Hyde, vice-presidente da agência William Moris, quem pagou pelas suas próteses de silicone, rinoplastia, plástica no maxilar e lhe conseguiu alguns papéis mal-sucedidos na Columbia Pictures.

Nos anos 50 e de volta à FOX, estrelou diversas comédias e dramas, como Monkey Business (O Inventor da Mocidade) e Don't Bother To Knock (Almas Desesperadas), do qual este último é um dos meus favoritos. Nesta época, o escândalo das suas fotos nuas antes da fama veio à tona, o que só alavancou a sua carreira.

Em 1953, Marilyn já era uma das estrelas mais bem sucedidas de Hollywood. É daquele ano um dos seus maiores clássicos: Os Homens Preferem as Loiras, que rendeu a Marilyn e Jane Russell, uma estrela na calçada da fama.

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Em 1955, o clássico que a imortalizaria: O Pecado Mora ao Lado, o filme com a famosa cena do vestido que levanta. Apesar do sucesso e do fato que ela era uma das principais responsáveis pela própria carreira, Monroe estava insatisfeita por não ser levada a sério pelo estúdio e pela imagem de "loira burra". Foi então que criou sua própria empresa de produções cinematográficas: Marilyn Monroe Productions.

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Antes da criação da MMP, a FOX estava relutante sobre modificar os termos do contrato de Marilyn, até que em 1956, o estúdio não apenas renovou o contrato, mas atualizou os termos, que deram mais controle à atriz sobre sua própria carreira, aumento de salario e um papel bem-sucedido em Bus Stop (Nunca Fui Santa).

No ano seguinte, um dos filmes mais produtivos da sua carreira. Da associação entre Warner Bros. e Marilyn Monroe Productions, The Prince and the Showgirl (O Príncipe Encantado), foi gravado. As gravações foram difíceis por causa de todos os problemas que Marilyn tinha, suas inseguranças, vícios, etc. O filme Uma Semana com Marilyn narra as histórias que aconteceram durante a produção do longa.

Os próximos - e últimos - trabalhos dela foram bem expressivos: Quanto Mais Quente Melhor é uma das comédias mais aclamadas e que lhe rendeu o Globo de Ouro de melhor atriz. Os Desajustados foi seu último filme completo, pois ela morreria um ano depois, em 1962, após uma aparente overdose de barbitúricos. Marilyn tinha apenas 36 anos.

Sua morte é rodeada de mistérios. Alguns suspeitam que ela tenha sido morta pela CIA a mando do presidente Kennedy, com quem tinha um caso. São muitas as teorias envolvendo sua morte - deixem nos comentários se vocês querem post sobre isso.

Independente da forma como Marilyn Monroe saiu de cena na terra, sua estrela jamais se apagou e nunca irá. Ela é a quinta artista que mais fatura após a morte, além de dar nome a uma rede de SPAs, produtos licenciados, inspirar até hoje muitas mulheres e a cultura pop em geral.


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João Destiny, 20 anos, geminiano, da cidade no meio da selva (aka, Manaus). Estudante de Licenciatura em Letras - Língua Inglesa na Uninorte. É louco por música e por colecioná-la em formatos físicos, também ADORA um bom episódio de RuPaul's Drag Race, Glee e Friends, além de filmes antigos. Um intercâmbio seria seu maior sonho.

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